Análises sobre capital, agro, infraestrutura e energia.
Publicações da Simaco Capital sobre o mercado institucional brasileiro, estruturação de operações e os setores de agronegócio, óleo e gás e civil pesada. Uma edição por mês, com fontes e dados verificados.
Arco Norte, ferrovias e portos: onde a civil pesada e o agro se encontram — e o que o capital exige de quem constrói.
O Arco Norte já responde por 48% das exportações de milho e 36,2% das de soja. Terminais, ferrovias, hidrovias e armazéns criam uma agenda de obras para empreiteiras de civil pesada — com exigências financeiras de padrão institucional.
Garantias no agro: penhor, alienação fiduciária e recebíveis — o que o investidor institucional aceita.
Terra, safra, maquinário e recebíveis: cada garantia do agro tem liquidez, execução e aceitação distintas. Entenda o que fundos, Fiagros e securitizadoras exigem e como estruturar o pacote antes de captar.
Irrigação e infraestrutura hídrica rural: como financiar projetos de capital intensivo além do crédito de custeio.
Projetos de irrigação exigem R$ 15 a 40 mil por hectare em pivôs, reservatórios e energia. Veja quais instrumentos financiam essa infraestrutura de longo prazo e o que o investidor exige do produtor ou da agroindústria.
Biogás e biometano no agro: como estruturar project finance para plantas de médio porte.
Mandato de 1% de biometano em vigor desde 2026, 21 plantas autorizadas pela ANP e projeção de R$ 246 bilhões em investimentos até 2035. Veja como estruturar plantas de biogás e biometano no agro em modelo de project finance.
Plano Safra 2026/27: o que mudou, quem cabe e onde o crédito oficial não alcança.
O Plano Safra 2026/27 tem R$ 525,1 bilhões, R$ 140,2 bilhões para investimento e Pronamp a 9% ao ano. Entenda os limites por beneficiário e os instrumentos privados que complementam o crédito oficial para agroindústrias e grandes produtores.
Armazenagem de grãos: como financiar silos e logística além do PCA — e por que o investidor institucional está olhando.
Déficit de armazenagem de 131,6 milhões de toneladas, cobertura de 62,8% da produção e R$ 148 bilhões necessários para zerá-lo. Veja como financiar silos, armazéns e terminais com PCA, CRA, Fiagro e project finance.
Usinas e etanol de milho: como estruturar capital para expansão de capacidade num ciclo de R$ 23 bilhões em novos projetos.
Etanol de milho: 24 usinas, 21 projetos e R$ 23 a 28 bilhões em investimento até 2027. Veja como usinas e grupos familiares estruturam capital — BNDES, debêntures, Fiagro, equity — para plantas de R$ 300 milhões a R$ 2,4 bilhões.
CPR e Fiagro: como o agro chegou ao mercado de capitais — e o que a agroindústria precisa para acessá-lo.
Estoque de CPR em R$ 565 bilhões e Fiagros com R$ 62 bilhões em 247 fundos: o mercado de capitais financia o agro em escala. Entenda os instrumentos — CPR, CRA, CDCA, Fiagro — e o que uma agroindústria precisa para captar.
Debêntures de infraestrutura: quando faz sentido para empreiteiras de capital intensivo.
A Lei 12.431 criou um instrumento eficiente para financiar infraestrutura, mas nem toda operação se qualifica. Entenda os critérios e o custo real da estrutura.
BNDES 2026: o que mudou para empreiteiras de infraestrutura nas novas linhas de financiamento.
As condições de acesso às linhas do BNDES mudaram. Empreiteiras com contrato e sem estrutura financeira adequada continuam fora do alcance das linhas mais baratas.
Conteúdo local no pré-sal: como a regulamentação afeta a estrutura financeira das fornecedoras.
As exigências de conteúdo local da ANP criaram oportunidade real para fornecedores nacionais de O&G — mas o capital exige mais do que a habilitação técnica.
Terras raras e o Brasil: a nova fronteira do capital institucional
Com China restringindo exportações e o mundo em busca de fontes alternativas, as reservas brasileiras de terras raras atraem capital internacional — e criam oportunidades concretas para empreiteiras de civil pesada e mineração.
Por que o Brasil voltou ao radar dos investidores globais em 2026
Não é euforia — é convergência de fatores estruturais. Entenda por que 2026 é um momento diferente para o Brasil no radar do capital internacional de infraestrutura.
O que o próximo leilão da ANP significa para fornecedores de O&G
Com o Plano Estratégico da Petrobras prevendo US$ 102 bilhões até 2028, novos blocos da ANP ampliam a demanda por fornecedores qualificados — mas o gargalo é financeiro, não operacional.
Por que fundos de infraestrutura estão olhando civil pesada em 2026
Com R$ 37 bilhões em novos comprometimentos em 2024, fundos de infraestrutura mudaram de tese e passaram a buscar empreiteiras operacionais — mas com requisitos específicos de governança e estrutura financeira.
Garantias contratuais: o que credores e contratantes exigem em contratos de grande porte
Performance bond, fiança bancária ou depósito caução: cada instrumento tem pré-requisitos distintos. Saber qual usar — e estar preparado para emitir — é o que separa empreiteiras que concluem licitações das que ficam de fora.
FIDC de recebíveis de obra: estrutura, custo e em que casos se aplica.
O fundo de direitos creditórios virou alternativa real para capital de giro em obras de infraestrutura. Mas o custo de estruturação pede análise criteriosa antes da decisão.
PPP e concessões: o perfil financeiro que os fundos de infraestrutura exigem de seus parceiros.
Ter experiência técnica não basta para atrair fundos de infraestrutura em PPPs e concessões. Os fundos buscam parceiros com governança documentada e capacidade de alavancagem comprovada.
Câmbio e contratos de longo prazo: como estruturar proteção
Um contrato de engenharia com prazo de 3 a 5 anos, receita em reais e insumos parcialmente dolarizados é uma posição cambial compulsória. Veja como estruturar proteção de forma proporcional.
Cadeia de fornecimento da Petrobras: janela de oportunidade para empreiteiras nacionais
O Plano 2024-2028 da Petrobras é o maior da história recente da empresa. Para empreiteiras nacionais, a oportunidade é real — mas acesso depende de estrutura financeira, não apenas de capacidade técnica.
Juros reais elevados e o paradoxo do capital institucional em infraestrutura.
Com Selic acima de 14%, títulos sem risco oferecem retornos historicamente altos. O que faz um fundo abrir mão disso para financiar infraestrutura?
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