Debêntures de infraestrutura: quando faz sentido para empreiteiras de capital intensivo.
A Lei 12.431 criou um instrumento eficiente — mas nem toda operação se qualifica. Entenda os critérios e o custo real da estrutura.
BNDES 2026: o que mudou para empreiteiras de infraestrutura nas novas linhas de financiamento.
As condições de acesso mudaram. Empreiteiras com contrato e sem estrutura financeira adequada continuam fora do alcance das linhas mais baratas.
Conteúdo local no pré-sal: como a regulamentação afeta a estrutura financeira das fornecedoras.
As exigências da ANP criaram oportunidade para fornecedores nacionais — mas o capital exige mais do que a habilitação técnica.
Terras raras e o Brasil: a nova fronteira do capital institucional.
Com China restringindo exportações, as reservas brasileiras atraem capital estratégico — e criam oportunidades para empreiteiras de civil pesada.
Por que o Brasil voltou ao radar dos investidores globais em 2026.
Arcabouço fiscal, juros reais elevados e déficit histórico de infraestrutura: uma combinação que o capital institucional não ignora.
O que o próximo leilão da ANP significa para fornecedores de O&G.
Como a janela de contratação se reabre e o impacto direto na estrutura de capital de empreiteiras do setor.
Por que fundos de infraestrutura estão olhando civil pesada em 2026.
A nova tese de fundos institucionais e o perfil de empresa que está atraindo capital de longo prazo.
Garantias contratuais: o que credores e contratantes exigem em contratos de grande porte.
Performance bond, fiança bancária ou caução — cada instrumento tem pré-requisitos distintos. Saber qual usar faz a diferença na licitação.
FIDC de recebíveis de obra: estrutura, custo e em que casos se aplica.
O fundo de direitos creditórios virou alternativa para capital de giro em obras. Mas o custo de estruturação pede análise criteriosa antes da decisão.
PPP e concessões: o perfil financeiro que os fundos de infraestrutura exigem de seus parceiros.
Ter experiência técnica não basta. Os fundos buscam parceiros com governança documentada e capacidade de alavancagem comprovada.
Câmbio e contratos de longo prazo: como estruturar proteção.
Mecanismos de hedge cambial aplicáveis a operações de infraestrutura com receita em real.
Cadeia de fornecimento da Petrobras: janela de oportunidade para empreiteiras nacionais.
US$ 102 bilhões previstos até 2028 e política de conteúdo local reforçada. O acesso depende de estrutura financeira, não só de capacidade técnica.
Juros reais elevados e o paradoxo do capital institucional em infraestrutura.
Com Selic acima de 14%, títulos sem risco oferecem retornos historicamente altos. O que faz um fundo abrir mão disso para financiar infraestrutura?